GUIA DE CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA

CIRURGIA ABDOMINAL

 

 

Características

Fatores de risco

Cuidados especiais

Ventilação Mecânica

Orientação/educação

Conduta Fisioterapêutica

Referências

 

Menu Fisioterapia

 

 

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Características

 

As complicações pulmonares no pós operatório de cirurgia abdominal  são as maiores causa de mortalidade e morbidade, devido anormalidades  da função pulmonar que incluem alterações na mecânica pulmonar:

·        redução na CV,CRF e CPT

·        diminuição volume corrente com aumento freqüência respiratória (colapso do alvéolos =>  shunt  pulmonar =>  hipoxemia)

·        aumento resistência pulmonar => aumento trabalho respiratório

·        diminuição da pressão transdiafragmática máxima, que reflete a força do diafragma

·        diminuição do fluxo expiratório => debilita tosse e transporte de secreção  => microatelectasias e queda da PaO2

 

 

Atualmente a hipótese mais aceita sobre a disfunção diafragmática nos pós operatórios de cirurgias abdominais alta é a ocorrência de inibição reflexa mediada pelos receptores aferentes do abdome.

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Disfunção diafragmática

 

Estímulação dos receptores vagais ou simpáticos

 

 

Efeito inibitório central sobre o nervo frênico

 

 

Disfunção diafragmática

 

 

Complicações pulmonares

 

 

Atelectasia

Pneumonia

Insuficiência respiratória

Derrame pleural

 

Voltar

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Fatores de risco

 

 

·        Tipo de cirurgia

·        Local da incisão

·        Duração da anestesia

·        Idade

·        Fumo

·        Doença respiratória prévia

·        Obesidade

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Cuidados especiais

 

 

·        aerofagia: exercícios com RPPI e CPAP

·        compressão nervosa: posicionamento de membros inferiores

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Ventilação Mecânica

 

 

utilizar cálculo de volume corrente ideal para pacientes obesos (IMC≥ 30 )

 

Masculino: 50 + 0,91 (cm altura – 152,4)

Feminino: 45,5 + 0,91 (cm altura – 152,4)

 

Volume corrente ideal: 7 a 8 ml / Kg de peso ideal 

 

Obs: IMC=peso/ altura2

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Orientação/educação

 

 

importância da tosse

conscientização diafragmática

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Conduta Fisioterápica

 

Cirurgia abdominal

 

 

 

 

 

Diminuição da CRF/ CPT / CV

 

 

 

 

Complicação pulmonar

Infecção / Atelectasia / IRpA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sim

Não

 

 

 

 

Fisioterapia específica para o processo instalado

 

Fisioterapia profilática

 

 

 

 

 

 

Colapso alveolar

Hipersecreção pulmonar

CR IE exercícios MMII

 

 

 

 

 

 

Pressão positiva

CPAP/BIPAP/RRPI CR IE

DB MHB ou RPPI e/ou CR e/ou IE

 

 

 

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Referências

 

1.     Robert Gilbert,MD.Relationship of Rib Cage and Abdomem Motion to Diaphragm Function During Quiet Breathing.Chest 1981;80(5)

  1. Tom J. Overend PhD. The Effect of Incentive Spirometry on   Posoperative Pulmonary Complications. Chest 2001;120 (3)
  2. Rik Gosselink PhD. Incentive spirometry does not enhance recovery after thoracic surgery. Critical Care Medicine; 28 (3)

 

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